Vacinas falsificadas de prevenção à COVID-19? Um possível crime cruel contra a saúde pública

07/01/2021

Vacinas falsificadas de prevenção à COVID-19? Um possível crime cruel contra a saúde pública

Boa parte desses medicamentos falsificados, são também contrabandeados. Entram no nosso país por intermédio das nossas vastas fronteiras, por portos e aeroportos, já que nossas autoridades não possuem efetivo e ferramentas suficientes para fiscalizar toda e qualquer carga que adentra nosso território.

Outra gama é produzida em território nacional, em laboratórios clandestinos, que, na grande maioria das vezes, são fabricados em condições sanitárias completamente precárias.

É um crime altamente organizado e o que chama a atenção é que nem sempre esses produtos de origem espúria são encontrados em camelôs, ou sendo comercializados por ambulantes. Alguns são encontrados em farmácias, lojas e drogarias, e por essa razão, o consumidor deve estar atento aos principais indícios de falsificação, e aos cuidados na hora de adquirir um medicamento, conforme orientação da Anvisa, reproduzida abaixo:

  • Compre sempre em drogarias credenciadas e confiáveis, nunca em mercados, camelôs etc;
  • Exija sempre a nota fiscal do produto;
  • Verifique se na embalagem do medicamento, consta o número do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)/Ministério da Saúde;
  • Na embalagem deve conter o nome do farmacêutico responsável e seu número de CRF
  • A embalagem deve estar em bom estado de conservação. Embalagens com más impressões geralmente não passam no controle de qualidade das farmacêuticas e são descartadas.
  • Na embalagem deve conter o número do SAC da farmacêutica, o número de lote e data de validade impressos, coincidindo com as informações disponibilizadas no produto;
  • O medicamento deve conter em sua embalagem, o selo de segurança, que ao ser raspado com um objeto de metal, mostra a palavra qualidade e a marca do fabricante;
  • As informações disponibilizadas na embalagem devem ser legíveis;
  • O medicamento deve estar lacrado e apresentar bula em português.

Por fim, ainda é possível denunciar um estabelecimento que esteja comercializando medicamentos suspeitos, seguindo o passo a passo abaixo:

  1. Ligue para a Central de Atendimento ao Cliente do fabricante e solicite esclarecimentos sobre o produto adquirido.
  2. Entre em contato com a Secretaria de Saúde local e comunique o ocorrido ao Centro de Vigilância Sanitária.
  3. Caso confirme que o produto é irregular ou falsificado, informe à Anvisa por meio de denúncia à Ouvidoria. ligar para a Central de Atendimento (0800 642 9782), disponível das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

Obs.: Forneça todas as informações disponíveis, incluindo o nome do produto e do fabricante e o local de aquisição, bem como, se possível, uma amostra do produto para que as ações cabíveis sejam adotadas.

A informação é a melhor fonte de todas para evitar fraudes. É indispensável portanto, que o consumidor se informe sempre e não caia nas garras destes falsários. Por fim, a denúncia é imprescindível para que as autoridades possam tomar providências para remover o produto suspeito do mercado. A sua denúncia pode salvar uma vida.

 

Artigo publicado no Estadão. Leia aqui.

Boa parte desses medicamentos falsificados, são também contrabandeados. Entram no nosso país por intermédio das nossas vastas fronteiras, por portos e aeroportos, já que nossas autoridades não possuem efetivo e ferramentas suficientes para fiscalizar toda e qualquer carga que adentra nosso território.

Outra gama é produzida em território nacional, em laboratórios clandestinos, que, na grande maioria das vezes, são fabricados em condições sanitárias completamente precárias.

É um crime altamente organizado e o que chama a atenção é que nem sempre esses produtos de origem espúria são encontrados em camelôs, ou sendo comercializados por ambulantes. Alguns são encontrados em farmácias, lojas e drogarias, e por essa razão, o consumidor deve estar atento aos principais indícios de falsificação, e aos cuidados na hora de adquirir um medicamento, conforme orientação da Anvisa, reproduzida abaixo:

  • Compre sempre em drogarias credenciadas e confiáveis, nunca em mercados, camelôs etc;
  • Exija sempre a nota fiscal do produto;
  • Verifique se na embalagem do medicamento, consta o número do registro da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (ANVISA)/Ministério da Saúde;
  • Na embalagem deve conter o nome do farmacêutico responsável e seu número de CRF
  • A embalagem deve estar em bom estado de conservação. Embalagens com más impressões geralmente não passam no controle de qualidade das farmacêuticas e são descartadas.
  • Na embalagem deve conter o número do SAC da farmacêutica, o número de lote e data de validade impressos, coincidindo com as informações disponibilizadas no produto;
  • O medicamento deve conter em sua embalagem, o selo de segurança, que ao ser raspado com um objeto de metal, mostra a palavra qualidade e a marca do fabricante;
  • As informações disponibilizadas na embalagem devem ser legíveis;
  • O medicamento deve estar lacrado e apresentar bula em português.

Por fim, ainda é possível denunciar um estabelecimento que esteja comercializando medicamentos suspeitos, seguindo o passo a passo abaixo:

  1. Ligue para a Central de Atendimento ao Cliente do fabricante e solicite esclarecimentos sobre o produto adquirido.
  2. Entre em contato com a Secretaria de Saúde local e comunique o ocorrido ao Centro de Vigilância Sanitária.
  3. Caso confirme que o produto é irregular ou falsificado, informe à Anvisa por meio de denúncia à Ouvidoria. ligar para a Central de Atendimento (0800 642 9782), disponível das 7h30 às 19h30, de segunda a sexta-feira, exceto feriados.

Obs.: Forneça todas as informações disponíveis, incluindo o nome do produto e do fabricante e o local de aquisição, bem como, se possível, uma amostra do produto para que as ações cabíveis sejam adotadas.

A informação é a melhor fonte de todas para evitar fraudes. É indispensável portanto, que o consumidor se informe sempre e não caia nas garras destes falsários. Por fim, a denúncia é imprescindível para que as autoridades possam tomar providências para remover o produto suspeito do mercado. A sua denúncia pode salvar uma vida.

 

Artigo publicado no Estadão. Leia aqui.











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